domingo, 9 de julho de 2017

Quando me perguntaram quem sou eu...

Quando me perguntaram
Quem sou eu...
Nem soube interpretar
Só sei que
Minhas emoções
Se intensificam
Quando minha alma
Observa em algum
Ambiente uma cena
De filme que
Apresenta romance
Meu coração se despedaça
Quando se depara
Com alguma desgraça
Ocorrida no mundo
Meu sangue ferve
Libertando do meu estômago
As borboletas existentes
Em meu ser traduzindo
Em minha direção
Pelas suas cores
Tudo aquilo sentido
Ao meu coração
Apreciando sempre
Fazer jogos com as letras
Existentes em meu vocabulário
Como se eu fosse
Um boneco sendo
Ordenado em fazer
Tudo aquilo
Aos palcos
De um enorme teatro
Brincando com as cores
Como se fosse
Um animal doméstico
Alegre divertindo
Correndo atrás
De uma pequena bolinha
Que tanto o faz se divertir
Estando agitado e alegre
Sendo sonhador
Sem limites e esperançoso
Jamais deixando
De acreditar
No melhor
Que pode ocorrer
Quando me perguntaram
Quem sou eu...
Soube responder
De detalhe
Em detalhe resumido
Mas dizer
Quem sou eu
Realmente com
Apenas uma palavra...
Sou o que
Meu quebra cabeça
Quando está todo
Montado traduz
Pela sua imagem
Minha verdadeira
Pessoa existente
Neste planeta

Quando minhas lágrimas

Quando minhas lágrimas
Caírem dos meus olhos
Vou esparramá-las
Por todo
Meu rosto que
Tanto sente
Elas caindo
De cima em baixo
Mas irei fechá-los
Hibernando
Meu corpo
Pelo frio
Que manifesta
Neste anoitecer
Chegando aos poucos
Imaginando
Eu e você flutuando
Pelas estrelas
Indo até a lua
Que brilha
Igual ao seu olhar
Que em todos os momentos
Fico imaginando
Me observando
Dizendo o quanto
Me ama
Tornando minha solidão
Deste momento
Mais completa
Lembrando
Dos momentos em que
Fez emocionar
Minha alma
Com sua mão
Tocando em meu pescoço
Beijando minha boca
Com tamanha intensidade

Quando senti sua...Ausência

Quando senti sua...
Ausência, foi
Mais ou menos
Assim...
Poemas interrompidos
Com reticência
Pois não soube
O que realmente
Dizer neles
Minha imensa falta
Que sinto por ti
É como se
Eu estivesse tentando
Cantar em frente
Ao piano sentindo
Minhas lágrimas caírem
Dos meus olhos
Perdendo minha força
Nas mãos
Estando sem reagir
Com essa ausência
Que tanto dói
Em meu peito
Desprotegido
Do frio aqui fora