quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O sábio

Abre os olhos
Dos cegos 
Sem vida
Sem conhecimento
Da realidade
Em que vivemos
O sábio
És o poeta
Que calado
Nos fascina
Com sua sabedoria
O sábio
Enxuga o sangue
Derramado
De seu arredor
Pelas letras
Escritas com 
Suas mãos 
Criadoras 
De seus fantoches
Desenhando por ações
O verdadeiro sentido
De viver entre
O bem e o mau 
O sábio
Por  mais 
Que seja
Conhecido e amado
Jamais será superior
E sim igual a todos
Os seres existentes no mundo

Me aguardem

Me aguardem
Me aguardem
Eu sinto que
Ele está chegando
Em breve sua presença
Estará aqui
E quanto
Menos esperarmos
Tudo irá acontecer
Ao estalo dos dedos
De uma forma medonha
Precisamos nos proteger
Quando os relâmpagos
Acenderem ao céu
Escurecendo
Com suas nuvens cinzentas
Amedrontando nossa coragem
Que tanto nos faz
Tornar corajosos
De vencer
Uma grande batalha
Que sempre
Custa nossas existências
Neste planeta
Que necessita
De nossa bondade
E história rica
Em imaginações
E simplicidade
Existente
Nos seus corações
Me aguardem
Deixe me dizer
Vomitando minhas palavras
Desabafando
O próximo ocorrido
Que terá
Em nosso caminho
De uma forma
Desafiando nossos esforços
Em vencer a batalha
Que coloca nossa história
Em jogo de vida ou morte
Pois nada será
Tão superior
Quanto aos nossos esforços