domingo, 28 de maio de 2017

Minhas asas prematuras

                          Lá fora o vento espalha a poeira da cidade por onde vai reproduzindo o som da ventania agindo indicando em qualquer minuto uma chuva cair de mansinho, mostrando sua beleza pelas janelas das casas que possuem alguns moradores sofrendo por dores internas gritando por ajuda através das mãos que levantam a cima de seus corpos desejando um recomeço da caminhada do existir.
                          Abro as para receber o frio que congela minha alma, deixando meus pensamentos hibernarem nesta melancolia que me deixa levar em imensas aventuras pela tristeza que me contém congelando neste vento que me contrai em um silêncio onde minhas asas permanecem intactas depois de anos danificadas por tombos passados que tive ao decorrer das minhas tentativas em tentar voar .milhas ao auto que um dia tento chegar.  
                            Ainda é cedo de pensar em grandes aventuras lá ao céu tendo as prematuras em navegar aos ventos que pode em algum dia me fazer ter novas aventuras. Sem um planejamento tentei ir longe mesmo sabendo que corri um grande risco, só sabendo logo depois quando cai e ficando em coma por um bom tempo.
                            Meus olhos se enundam em chorar por não conseguir ainda voar, meu coração desanima fazendo me sentir incapaz de conseguir em algum momento o meu grande objetivo. Ainda irei conseguir, basta só planejar tendo paciência, se esforçando e cuidando de tudo aquilo que me faz sentir inferior de correr atrás dos meus grandes sonhos.
                            Minhas asas são prematuras, tendo nem ao menos forças para me levantar longe pelos ares, mesmo querendo muito enxergar daqui de lá ao alto, preciso apenas de acreditar em mim e seguir em frente tentando e acreditando muito