terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Me deixe

Me deixe respirar
Reviver o tempo perdido
Me deixe reabrir meus olhos
Quando a poeira da ventania
Fez me os fechar pela sujeira
Que possuía ao seu redemoinho
Me deixe andar lá fora
Sentindo me
A uma passarela
Desviando das pedras
E mostrando quem realmente
Sou neste mundo
Em que muitos
Ofereciam suas tristezas
Existentes em seu interior
Me deixe arrasar
Lá fora vibrando
O mundo através
Da minha capacidade
De possuir a magia
Entre meus dedos
Ao dominar as letras
Me deixe requebrar
Sentindo a melodia
Movendo meu corpo
A outros ares
Ao estar vibrando
Intensamente
Ignorando os falsos
Risos que desejam
Me cegar de uma bela realidade
Em que existe neste mundo
Tão terrível ao ter pessoas
Vazias querendo sua morte
Ocorrendo em algum momento
Me deixe fechar a boca
Daqueles que desacreditaram
Em mim ao levantar
E os dizer
Que sou o patinho indefeso
No passado
Que tanto eles judiavam
E nos dias de hoje
Para frente
Se tornará
Um grande cisne a surpreender
Grandes marinheiros aventureiros
Por grandes tempestades e ondas
A procura de enormes aventuras
Por suas vida
Me deixe
Solto para vibrar este mundo
Morto que está infestado
De caos carbonizados
Me deixe
Gritar mais alto
E o fazer tornar
Uma grande melodia
Para encorajar a todos
Enfrentar a realidade
Novamente em si mesmos
Os fazendo sentir se
Grandes guerreiros
A partir do momento
Em que fazem
Dos horríveis monstros
Que os faz sentir
Seres inferiores
A um mundo
Cheio de pressão a se enfrentar
Me deixe agir
Para poder fazer a algazarra
Entre linhas contra
Nossa própria melancolia