terça-feira, 15 de novembro de 2016

Perdido pelo vento

Será que tenho que dizer?
Desabafar?
Não sei nem o que dizer
Muito menos a interpretar
Realmente tudo que aconteceu
Escolhas sempre terão que acontecer
Em nossa vida
Indecisões nos faz sentir
Sufocados a um mundo
Onde sempre teremos
Que decidir tudo
Em nossa história
Que és grandiosa para
Escrevermos muitas
Palavras pelo caminho
Por versos intensos
Talvez eu esteja apenas
Me perdendo em cachoeiras
De pensamentos que me fazem
Criar histórias de uma vez
Em que jamais imaginaria
Que iria criar com a força
Do meu coração
Parece tudo explodir
Soltando tudo pela alma
Aquilo tudo que estou sentindo
E imaginando rapidamente
Mais uma vez digo
Que mal sei quem sou
Muito menos o que estou dizendo
Estou perdido e confuso
Preciso apenas desabafar
Chorar e me desabafar pelo vento
Tudo aquilo que me descreve
Em estrofes belas
Que me faz fechar
Os olhos e imaginar
Tudo aquilo que irei
Desejar realizar
Quem sou
Quem sou
Nesse mundo onde
Me perdi tantas vezes
Para me reconhecer
Nessa vida
Que é uma verdadeira
Caixa de surpresas
Que mal sabemos o dia do amanhã
De repente tudo acontece
Preferi por optar
Usar dos meus desabafos
A interpretar a todos
Como uma bela poesia
Que tanto faz me
Viajar e pensar
Em uma nova história
Em que estou me jogando
Com todo tesão
De minha alma
Irá me fazer
Realmente
Descobrir que
O ponto final em que deixo
Pelos textos ai a fora escrevendo
Sempre terá uma continuação
A novos acontecimentos
Em se dizer pelas escritas
Entre lápis e borracha