quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Humanidade confusa

Quanta inveja plantada
Por ai aos olhos daqueles
Que jamais iriam demonstrar
Querer o mal a ti em sua frente
Mundo assustador
Mundo surpreendente
Que universo é esse
Onde mil e um
Deseja o pior a ti?
Pensamentos doentios
O ser humano
Muitas vezes
És representado por muitos
Seres em atitudes
Desagradáveis
Tirando a alegria
Do próximo
Que podridão
Vida vida vida
Que mundo é esse
Em que vivemos
Onde sua própria
Espécie se alto destrói
E ainda pede socorro
Quem realmente somos?
Espécie suicida
Somos nossos próprios
Homicidas onde cavamos
Nossa própria cova
Para nos jogarmos
E cair lá para
Apreciarmos nossa
Própria melancolia
Vida vida vida
Não entendo
Vivemos fazendo algo
Onde jamais iremos
Entender
As vezes precisamos
Apenas de ouvir aqueles
Que querem nos ajudar
Sinceramente sempre
Necessitamos de um alguém
Especial em nossa vida
Para nos fazer sentir
Completos
Sem confusões
Em nossa mente
Barulhenta que tanto
Precisa de desenvolver
O emocional
Muitas vezes frágil
Sem ao menos lidar
Com nossos próprios
Sentimentos entre chamas
Ao nosso arredor
Que mundo é esse?
Quem somos nós?
Quem sou eu?
Vida vida vida
Desejo tanto
Reabrir a mente de muitos
Para deixá-los ciente
Que a igualdade
És o essencial
Para podermos viver
Em paz e livre
De todo tipo de ódio
Existente hoje no mundo
Devemos aceitar o ser humano
Como ele é
Vivemos sempre sendo diferente
Um do outro
Vivemos em uma podridão
Que precisamos mudar
Milhares degustam
Notícias ruins
Por jornais
Revistas e televisão
Como se fosse
Algo que tanto amamos
Apreciar em nossa vida
Pobre são eles
Que sempre consome
Algo negativo
Rico é aquele
Que vive de mente aberta
Tentando mudar o mundo
Desejando todo o melhor
Para todos
Mas que saiba reconhecer
Seus erros
Seres humanos loucos
Rebeldes que precisam
Muito mais amar do que odiar
Urgentemente para apagar
Todo mal que muitos fizemos
Nesse mundo em que habitamos
E que nele fizemos histórias
Belas e ruins