sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Pobre humanidade

Vivemos em um mundo
Onde as mercadorias
Somos nós mesmos
Ignorando o que sentimos
Sentimento sem valor
Sonhos...Uma ilusão
Bens materiais
São desejados
Muito mais
Que amar ao próximo
Que mundo é esse
Por onde andamos
A arte é crime
E crime algo artístico
Realidade triste
Vida melancólica
Pobre humanidade
Que se alto destrói
Consumindo
Pela televisão
Notícias
De pessoas morrendo
Como se fosse
Uma grande diversão
Pobre humanidade
Muitas vezes
Ignorante e arrogante
Querendo apenas ouvir
Aquilo que os cegam
Ao invés de procurar
Querer entender
Aqueles que buscam
Compartilhar palavras
Que os façam enxergar
A realidade
Pobre pobre pobre
Humanidade
Que busca a si
Sua própria tristeza
Sem ao menos
Perceber que no
Amanhã irão
Cair de joelhos
A uma lama
Representando
A derrota e o fracasso
Por viver buscando
Suas próprias
Destruições
Mais uma vez
Irei dizer
Com dor
No coração
Pobre humanidade
O que será de nós
Apenas vivendo
Apreciando o que
Nos destrói
Guerras a troco de nada
Depositando a nós
Um grande pânico mundial
Pobre humanidade
Em que muitos
Preferem degustar
Aos poucos a sede
Em querer ser
Melhor que os outros
Julgando a quem esteja
Em sua frente
Sem motivos alguns
Que preferem agir
Da pior forma
Possível considerando
Uma grande diversão
Humilhar um alguém
Pobre humanidade
Que ao invés de muitos
Ouvirem preferem
Debochar
Cavando a própria cova
Indo rumo a um caos
Onde jamais imaginaram
Viver em uma única vez
Destruindo
Sua própria casa
Poluindo e poluindo
Destruindo ainda mais
Aquilo de exótico
Que temos em nosso mundo
Pobre humanidade
Cega rejeitando
Aquilo que poderia
Mudar o mundo
Mas com sua
Arrogância e ignorância
O caos cedo ou tarde irá chegar
Batendo em nossa porta
Como se fosse
Uma visita especial
Do dia a dia
De nossas vida
Pobre humanidade