quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Deixo lhe contar

Da minha bondade
Muitos fazem piada
Sabedoria és descrita
Como arrogância
E motivo de piada
Sem motivo algum
Muitos mas muitos
Enxergam me
Como um inocente
Sem preparo algum
Para enfrentar
A realidade em que vivemos
Quem será os iludidos
Nessa história que
Dará  o que falar?
São décadas
E mais décadas
Ocorrendo sempre
A mesma coisa
Do passado vem
Traumas a mim
Fazendo me
Ter medo
Do agora sem motivos
Quase sem o que dizer
Deixo lhe contar
Apunhalado pelas costas
Vomitando sangue
Gritando em silêncio
No passado tão distante
Fazendo do agora
Um grande pesadelo
Sem fim dentro
De um espelho
Prestes a quebrar
Para nunca mais
Se livrar dos horrores
Da tormenta
Que assombra
Meus pensamentos
Deixo lhe contar
Pense o que quiser
Julgue e humilhe
Faça piadas
Sorria e abuse
Das ironias
Daquele que tem
Tanto prazer de debochar
Para o fazer ainda mais
Sentir o gosto de vencer
Levantar por mais que seja difícil
E fazer de seu sofrimento
Em algum momento
A poesia que
Cedo ou tarde
Poderá o fazer
Aplaudir com os olhos
Se arrependendo de coração
E sentindo pela alma
Que toda atitude
Cruel irá o fazer
Sentir se arrependido
E perceber o quanto
Sua crueldade o prejudicou
Fazendo me fortalecer
Transformando me em
Fênix voando
Em liberdade revivendo
Novamente pelos céus
Deixo lhe contar
Com toda dor sentida
Em mim depois de toda surra levada
Que sua falta de viver por amor
Estás faltando em seu coração
Sinta o orgulho de viver
Não humilhando
Mas sim amando
Ao próximo que poderia
Mudar sua vida
Ao invés de criar dores
Crie histórias de amor
Amizades e exemplos
De mudar aquilo que precisa
Acabar de desagradável
Ao mundo que possui tantas cargas negativas
Deixo lhe contar
Deixo lhe contar
Tudo aquilo que preciso
Dizer sem medo
De sentir sua presença
Aquilo que cedo ou tarde
Poderá mudar sua vida