sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O amanhecer em Damasco

                   O amanhecer jamais muda, sempre estás em conflito, derramando lágrimas pelas guerras ocorridas pelo ódio que permanece como se fosse algo maravilhoso ao sentir dentro de nós. Pessoas inocentes que deviam existir para realizar suas próprias histórias para escrever ao mundo o ser que és ao mundo se acaba por uma bala que perfura seus corpos impedindo o amor de se acontecer ao amanhã.
                    Bela cidade, mas do que adianta a maravilha de Damasco nos emocionar sendo que o ódio se permanece pelas pessoas se prender ao passado e praticar o mal por ai assustando e pregando pânico por ai? A beleza  passou a existir menos quando o lado ruim se deixou levar pela maldade existente em seu interior como se fosse divertido observar observar o sangue derramado das pessoas ao chão.
                    Do que adianta existir pontos turísticos sendo que eles nem sempre são seguro para se observado ao existir aqueles que querem se divertir matando as pessoas? Minhas palavras descreve o que sinto, meu coração  derrama a dor que o mundo sente pela escrita que escrevo porque igualdade é tudo aquilo que desejo, o amor ao próximo e a felicidade em possui a emoção em seus interior é tudo que és maravilhoso ao mundo.
                    São crianças impedidas de frequentar escolas pela guerra que muitos pratica ao redor de Damasco.
                     O escritor que vive em Damasco se observou ao observar a dor que sentia ao escrever dizendo:

-O fim de um ódio só acaba quando se tornam perdidos com o próprio sentimento ruim ao seu interior vazio. Mas imagine se toda guerra acabasse com uma flor caída ao solo demonstrando toda dor que existe por lá ou gotas de chuva para curar a cicatriz que nunca cura? A guerra um dia acabará porque nada és eterno, apenas a história que muitos escrevem para ser algo maravilhoso e triste para muitos no futuro se surpreender.
                      Não é apenas um sonho e sim por querer que tudo esteja maravilhoso ao amanhã que toda guerra termine para existir a igualdade do ser ao mundo, imagine como seria a igualdade, o amor ao próximo e toda emoção fosse maior que ódio  ao mundo, novamente o escritor diz:

-Me arrisco em viver por aqui, mas sou um escritor, somos daqueles que arrisca a vida para se aventurar em outros horizonte para se surpreender e escrever a história que cada local possui, um dia ou outro Damasco será onde a cicatriz de uma dor irá sumir para sempre e dar lugar onde uma tristeza existiu.
                      O escritor se deitou observando pela janela e adormeceu com as palavras que escreveu naqueles momentos que o fez se perder na realidade com sua maravilhosa escrita